E você, é contra a sua vacinação forçada? Veja seus direitos
Quem me acompanha há mais tempo sabe da minha total repulsa à agenda globalista que tenta impor a vacinação em massa de forma indiscriminada, sem critérios e, muitas vezes, à força. Abaixo deixarei formulário anti-vacina, contatos de médicos anti-vacina e advogados que cuidam dos seus direitos nesse ponto.
E sou contra vacinas como um todo, mas respeito o direito de quem acha que é bom e quer pra si, sou contra a imposição cega. A medicina deveria ser baseada em escolhas individuais, responsabilidade pessoal e liberdade informada. O que temos visto, no entanto, é o contrário: censura, coerção, campanhas baseadas no medo e a supressão de vozes médicas que questionam os efeitos adversos ou a eficácia de certas vacinas.
Esse destaque no meu instagram tem vários relatos de seguidores e muitas informações pra você decidir por si mesmo.
Muitos países e instituições tentaram impor a vacinação obrigatória sob ameaças de exclusão social, perda de emprego, restrições de locomoção e até negação de serviços essenciais. Isso não é saúde pública — isso é tirania sanitária.
Vacinação forçada sem espaço para questionamento fere princípios básicos da Constituição Federal brasileira, como o direito à liberdade individual, à inviolabilidade do corpo e à autonomia sobre tratamentos médicos. Além disso, nenhuma norma pode se sobrepor ao princípio do consentimento informado, reconhecido pelo Código de Nuremberg, pela Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos da UNESCO e pela própria Lei nº 10.406/2002 (Código Civil) em seu Art. 15:
“Ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica.”
Também há o entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), que admite a obrigatoriedade administrativa, mas não a vacinação forçada. Ou seja: você pode sofrer sanções, mas ninguém pode te forçar fisicamente a se vacinar — o que já é um limite legal importante.
E os efeitos colaterais? Estão aí. Milhares de relatos documentados por sistemas como o VAERS (nos EUA), EudraVigilance (na Europa) e Vigimed (no Brasil) mostram que milhares de pessoas tiveram reações adversas sérias: miocardite, trombose, AVCs, paralisia de Bell, infertilidade e até mortes súbitas — especialmente em jovens e adultos saudáveis. Muitos casos foram confirmados pelas próprias fabricantes ou por estudos científicos sérios publicados em revistas como The Lancet e BMJ.
A ciência não é feita de dogmas, mas de perguntas. Quando questionar virou crime, é sinal de que algo está errado. A liberdade de escolha médica é um direito inegociável. Quem quiser se vacinar, que o faça com consciência. Mas quem não quiser, que tenha assegurado seu direito constitucional de recusar sem ser perseguido, discriminado ou silenciado.

Direito de Recusar Vacinas e Garantias Legais,
brigue pelos seus direitos.
1. Liberdade individual e consentimento informado
A Constituição Federal do Brasil, no art. 5º, assegura o direito à liberdade, à inviolabilidade da vida privada e à integridade física.
Vacinas, como qualquer intervenção médica, não podem ser aplicadas à força sem o consentimento do paciente (ou responsável legal).
2. Lei do Consentimento Informado
O Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018) determina no art. 22 que o paciente tem o direito de aceitar ou recusar tratamentos, inclusive vacinas, desde que esteja plenamente informado.
3. Lei 10.406/2002 – Código Civil Brasileiro
Art. 15: “Ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica.”
Vacinas envolvem risco, logo, o paciente tem direito à escolha.
4. STF e vacinação obrigatória
O Supremo Tribunal Federal decidiu, em 2020, que o Estado pode aplicar medidas restritivas àqueles que recusarem vacinas em campanhas públicas (como impedir acesso a escolas públicas, por exemplo), mas NÃO pode obrigar ninguém a ser vacinado à força. Ou seja: vacinação obrigatória não é vacinação forçada.
⚠️ Casos de Efeitos Adversos Graves de Vacinas (incluindo COVID-19)
1. Relatório da Anvisa
A Anvisa publicou diversos boletins de farmacovigilância em 2021 e 2022 indicando efeitos adversos graves relacionados às vacinas contra COVID-19, incluindo:
Miocardite e pericardite (principalmente com vacinas mRNA como Pfizer e Moderna)
Tromboses raras com a vacina da AstraZeneca
Reações anafiláticas
2. EUA – Sistema VAERS (Vaccine Adverse Event Reporting System)
O CDC e a FDA registraram milhões de notificações de reações adversas após a vacinação contra COVID-19 nos EUA, incluindo:
Casos de paralisia de Bell, problemas cardíacos, mortes súbitas
Mais de 30 mil mortes notificadas no VAERS pós-vacina (dados até 2023)
Fonte: VAERS – CDC/FDA
3. Europa – EudraVigilance (EMA)
A base de dados da Agência Europeia de Medicamentos também lista milhares de mortes e reações graves notificadas.
Fonte: EudraVigilance
📢 Conclusão
Recusar uma vacina é um direito legal quando baseado em consentimento informado. Nenhuma vacina é isenta de risco, e é papel do cidadão buscar informações seguras e respaldo jurídico.
✅ Leis que garantem esse direito:
Constituição Federal, Art. 5º
Código Civil, Art. 15
Código de Ética Médica – Art. 22
Lei 8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente (prevê exceções em caso de risco à saúde)
Decisão do STF (ADI 6586 e 6587 – 2020)
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