Por que mentiriam sobre o formato da Terra ser plana?

Mas por que mentiriam sobre o formato da Terra ser plana?

Essa é uma das perguntas mais provocativas que muitas pessoas fazem ao se depararem com teorias alternativas sobre o formato da Terra. Defensores da chamada “Terra plana” não apenas questionam o modelo heliocêntrico, mas também levantam suspeitas sobre instituições científicas, governos e agências espaciais como a NASA. Mas afinal, por que alguém mentiria sobre o formato da Terra?

 

 

Controle ideológico e espiritual

 

Esconder que a Terra é plana seria uma forma de ocultar a existência de Deus. Se o mundo foi criado com um firmamento, com limites e com um propósito, isso fortalece uma cosmovisão bíblica, onde o ser humano está no centro da criação. Logo, ensinar que vivemos em um globo aleatório girando no vazio do universo serviria para enfraquecer a fé, desconectar o homem do Criador e promover o ateísmo.

 

 

Lucro e dependência de sistemas

Ao vender a idéia de um universo infinito e cheio de planetas e possibilidades, industriais e governos podem justificar gastos bilionários com programas espaciais, satélites e pesquisas que nunca precisariam acontecer. A exploração espacial, segundo essa visão, seria um negócio extremamente lucrativo e, em parte, fictício.

 

 

O “efeito autoridade”

Manter o modelo heliocêntrico e esférico serviria para criar uma espécie de autoridade indiscutível em torno da ciência institucionalizada. Questionar o formato da Terra, então, seria considerado uma ameaça ao sistema de controle do conhecimento. Seria uma maneira de manter as massas “na linha”, acreditando apenas no que é ensinado pelas autoridades educacionais e midiáticas.

 

 

NASA e outras agências como símbolos de poder

Contradições e falhas visuais em vídeos e fotos da NASA, afirmando que as imagens do espaço são manipuladas ou geradas por computação gráfica. Também destacam que a NASA teria prometido várias explorações que nunca aconteceram, e que a ida à Lua seria uma encenação — tudo parte da grande mentira global.

 

 

 

Não, não foi uma conspiração repentina

 

Não pense que, há 500 anos, todos os governos do mundo se reuniram em segredo e decidiram “enganar a humanidade”. Isso seria ingênuo e simplista. O que temos é um processo gradual, multigeracional, com pequenas mentiras acumuladas ao longo do tempo, transformando-se em grandes paradigmas.

A narrativa do globo giratório molhado surgiu há mais de cinco séculos — em comparação com a história da humanidade, isso é muito recente. Mas as pessoas acreditam que a curta realidade do seu tempo de vida define toda a verdade, o que é um erro.

 

 

 

A falsa ciência é sustentada por poucos — mas muito poderosos

 

A minoria dos cientistas sustenta e espalha essa “ciência oficial” que contradiz a Palavra. Só que essa minoria possui os meios: dinheiro, mídia, universidades, editoras, eventos e prêmios.

Quer uma prova?

Tente lançar um projeto que prove que a Terra não é um globo, ou que o aquecimento global é uma farsa. Vá atrás de patrocínio, exposição na mídia, espaço acadêmico… você será ignorado ou ridicularizado.

Apenas quem se alinha à agenda globalista tem acesso a recursos e visibilidade.

 

 

E quanto a nós, os escravos?

 

Enquanto dormimos espiritualmente, somos como pedaços de isopor à deriva no oceano — levados por qualquer onda ou correnteza.

Mas um dia, acordamos e aprendemos a nadar.

E é nesse momento que nos chamam de “conspiradores”.

Mas não devemos culpar apenas os outros. Você e eu escolhemos acreditar na mentira. Ignoramos a realidade visível da natureza e da Bíblia, e preferimos acreditar em demônios vestidos de jaleco branco, ao invés da Palavra eterna do Deus Criador.

 

“Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado. Evita as conversas inúteis e profanas e as contradições do que falsamente se chama ciência; a qual professando-a alguns, se desviaram da fé.”

1 Timóteo 6:20-21

A NASA não passa de uma empresa de propaganda e publicidade, aprenderam bem com os NAZISTAS após importá-los do pós guerra.

 

📍 Texto do site da NASA

 

🔗 Fonte: Aqui

“Então enrolamos o mapa plano em torno de uma bola.
Minha parte foi integrar a superfície, as nuvens e os oceanos para atender às expectativas das pessoas sobre como a Terra se parece vista do espaço.
Aquela bola se tornou a famosa ‘Mármore Azul’.”

 

 

 

📍 Texto do site da NASA

 

🔗 Fonte: Aqui

“Uma imagem ‘Blue Marble’ da Terra, tirada pelo instrumento VIIRS, a bordo do satélite de observação da Terra mais recentemente lançado pela NASA — o Suomi NPP.
Esta imagem composta usa várias faixas da superfície da Terra captadas em 4 de janeiro de 2012.
O satélite NPP foi renomeado como ‘Suomi NPP’, em 24 de janeiro de 2012, para homenagear o falecido Verner E. Suomi, da Universidade de Wisconsin.”

 

 

Não sabia que a NASA importou milhares de cientistas NAZISTAS?

Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos iniciaram uma operação secreta chamada Operação Paperclip, cujo objetivo era recrutar cientistas nazistas — muitos deles com ligações diretas ao regime de Hitler — para trabalhar em projetos militares e aeroespaciais norte-americanos, especialmente na corrida espacial contra a União Soviética.

 

 

👨‍🔬 Principais nomes e fatos:

 

 

 

1. Wernher von Braun

 

 

  • Foi o principal engenheiro responsável pelo desenvolvimento do foguete V-2 usado pelos nazistas para bombardear Londres.

  • Após a guerra, foi levado aos EUA e se tornou diretor da NASA Marshall Space Flight Center.

  • É considerado o “pai” do foguete Saturno V, que levou o homem à Lua (segundo a versão oficial da NASA).

     

 

2. Arthur Rudolph

 

 

  • Trabalhou com von Braun no V-2 e mais tarde no projeto Saturno V.

  • Foi diretor de operações no campo de concentração de Mittelwerk, onde prisioneiros eram forçados a construir foguetes sob condições brutais.

  • Em 1984, renunciou à cidadania americana ao ser investigado por crimes de guerra.

     

 

3. Hubertus Strughold

 

 

  • Físico e médico, hoje considerado o “pai da medicina espacial” nos EUA.

  • Envolvido com experimentos humanos em campos de concentração.

  • Seu nome foi posteriormente removido de prêmios e homenagens da NASA após revelações de seu passado.

     

 

📜 Contexto da Operação Paperclip:

 

 

  • Cerca de 1.600 cientistas, engenheiros e técnicos nazistas foram transferidos para os EUA entre 1945 e 1959.

  • O governo americano limpou ou apagou registros de envolvimento nazista de muitos desses homens para que pudessem ser empregados em agências como a NASA, o Exército e a CIA.

  • A justificativa oficial era de que os conhecimentos desses cientistas eram estratégicos para a Guerra Fria.

 

 

🎯 Conclusão:

 

Os EUA utilizaram conhecimento tecnológico de origem nazista para desenvolver sua indústria aeroespacial e armamentista, muitas vezes ignorando as implicações éticas e os crimes de guerra cometidos por esses cientistas. Isso levanta sérias questões morais sobre até onde governos estão dispostos a ir em nome do avanço científico e do poder geopolítico.

 

Mais perguntas e respostas pode encontrar aqui 

 

Veja esse post resumido no meu Instagram 

 

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