Pastor Natan Rufino dando aula como cristão deve ser quanto a cosmologia bíblia

Pastor Natan Rufino dando aula como cristão deve ser quanto a cosmologia bíblia

O pastor Natan Rufino de forma bem direta e clara, explica como a bíblia é, como a terra e astros que Deus fez é, como o cristão deve se comportar ante as doutrinas demoníacas desse mundo. 

Abaixo, texto completo transcrito do video.

“É atornautas mesmo que eu quis dizer.”

Nós tentamos harmonizar os textos bíblicos — dos quais, no fundo, temos vergonha. Todo mundo lembra da história em que Josué orou e o Sol e a Lua pararam.

Em outra passagem, a sombra do Sol avança dez graus e recua dez graus (Relógio de Acaz). Isso mostra que Deus criou os céus para servirem à Terra. Toda a teologia bíblica aponta para a Terra como o centro do universo.

Basta pensar: Jesus desceu do céu para a Terra. E mais — a Bíblia diz que, no fim da história da humanidade, a Nova Jerusalém, a habitação de Deus entre os homens, descerá do céu para a Terra. O que a Terra tem de especial?

Aí o pessoal diz:

“Mas, Natan, esse negócio de dizer que a Terra é o centro do universo é ultrapassado. Isso é coisa de 400 anos atrás!”

Pois é, para você ver como é recente. Por mais de milênios, as pessoas acreditaram nisso. Hoje, a ciência diz que isso é mentira. Dizem que o centro da Via Láctea é o Sol, que, por sua vez, é apenas um astro de sétima grandeza — existem sóis muito maiores em outras galáxias, neste vasto universo. E assim por diante.

Mas, para você não pensar que isso é papo de “crente burro”, que não sabe ligar o lé com o cré, deixo aqui uma sugestão de leitura para quem tem coragem de ler gente que pensa.

Leia “Deus e o Cosmos”.

Esse autor não é pastor. Ele é professor de matemática e diretor do departamento de Ciências Matemáticas de uma universidade no Canadá. É PhD em Astronomia pela University of British Columbia. E ele afirma, por A + B, que no mundo científico não há como provar que a Terra gira ao redor do Sol. Pelo contrário: ele diz que há evidências que apontam para a Terra como o centro do universo — inclusive entre as descobertas mais recentes. E isso está em perfeita harmonia com o testemunho bíblico, que mostra que Deus criou os céus para servirem à Terra; a Terra, para servir ao homem; e o homem, para servir a Deus.

Se você tem um primo, sobrinho ou filho na faculdade, que está sendo seduzido pela “sabedoria” deste mundo — como se o evangelho fosse coisa de ignorantes ou semi-analfabetos — dê esse livro a ele.

Deus fez o Sol, a Lua e as estrelas. E temos alguns vislumbres disso na Bíblia:

Josué orou e o Sol e a Lua pararam.

No livro dos profetas, a sombra do Sol retrocedeu 10 graus — um sinal de Deus para o rei. O rei disse:

“Se avançar, será um milagre, mas isso o Sol já faz. Para provar que é Deus, quero que volte.”

E a sombra voltou 10 graus.

Antes do Sol existir, Deus já havia criado a Terra. O Sol só foi criado no quarto dia. A Terra não é produto ou subproduto do Sol, como ensina a ciência. Pelo contrário: o Sol, a Lua e as estrelas (fixas e errantes — hoje equivocadamente chamadas de planetas) foram criados no quarto dia para iluminar a Terra, para servir à Terra, para marcar as estações.

Em outras palavras:

os céus servem à Terra, a Terra serve ao homem, e o homem serve a Deus.

Essa é a ordem bíblica. Essa é a ordem correta.

Infelizmente, a loucura da sabedoria humana nos doutrinou a pensar diferente.

Como está escrito: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.”

Somos ensinados a buscar vida extraterrestre, a crer em bilhões de planetas.

Mas pare para pensar:

Dentre os incontáveis planetas desse universo de ficção científica, foi a Terra que recebeu o Filho de Deus.

A expressa imagem da pessoa de Deus quis vir para cá. Quis ser homem. Por quê?

Por que não foi para outro lugar?

Hoje, invertemos os papéis.

Os cientistas, filósofos, astrônomos, cosmonautas — ou melhor, atornautas — são os nossos sacerdotes. Virou religião.

Por causa das convicções transmitidas nos livros acadêmicos e nas universidades, desprezamos a Bíblia.

Dizemos que somos o povo da Bíblia, mas temos vergonha dos textos bíblicos.

Tentamos harmonizá-los com o que aprendemos nas universidades, como se existisse uma “interpretação correta” segundo a ciência.

Nem suspeitamos que o que se apresenta como ciência pode ser cientificismo — pseudociência.

Porque ciência de verdade é mensurável, reproduzível, observável, factual.

Não se baseia apenas em teorias, conjecturas ou imaginações humanas.

Mas a Palavra de Deus, irmãos, é a verdade.

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